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QUINTA DE BARREIROS
QUINTA DE BARREIROS

                                                      HISTORIA DE ATEI

 

O povoamento do território que corresponde à actual freguesia de Atei é bastante remoto, bastando para comprovar esse facto, ter em conta a arqueologia vizinha, bem como a própria toponímia local.Relativamente aos achados arqueológicos, estes parecem confirmar a permanência do povo romano na região, sendo abundantes as referências a vários castros, bem como a passagem do exército de DécioJúnio Bruto por esta região. A história pré-nacional e dos inícios da nacionalidade desta freguesia está profundamente marcada pelo domínio da estirpe dos Sousãos, inicialmente na pessoa do Conde Egica. Depois deste, foi senhor de Atei o seu filho, o Conde Gomes, e depois sucessivamente os "Sousãos": D. Egas Gomes de Sousa, D. Mem Viegas, D. Gonçalo Mendes e o Conde D. Mendo de Sousa; após a morte deste último, as terras devem ter passado para a posse de sua filha D. Maria Mendes de Sousa. Data de 2 de Dezembro de 1312 uma carta de D. Dinis em que este declara ter dado ao seu filho bastardo, Afonso Sanches, vinte mil libras em dinheiro, com as quais o dito D. Afonso comprara numerosos lugares Entre Douro e Minho e nos quais se incluiam os lugares de Cerva e "Atey". O monarca concede o senhorio de Atei ao seu bastardo com todos os seus direitos e pertenças que passariam à coroa caso não houvesse descendentes. D. Afonso e sua mulher, D. Teresa Martins, doam o padroado da igreja de S. Pedro ao Mosteiro de Vila do Conde que haviam fundado. O couto de Atei, aparece posteriormente através de sucessivas doações régias, no senhorio dos Condes de Marialva, sendo que em 1740 aparece já como um concelho com juiz ordinário e dos órfãos, dois vereadores, dois almotacés, sendo que o senhorio pertencia aos referidos Condes de Marialva. A 3 de Junho de 1514, D. Manuel I concede foral a Atei, sendo que poucos anos antes tinha mandado exilar em Atei as freiras revoltosas do Mosteiro de Santa Clara de Vila do Conde. O concelho de Atei foi extinto em 1836 e integrado node Cerva, por sua vez extinto a 31 de Dezembro de 1853. Em 1895 a freguesia passou para o concelho de Celorico de Basto, distrito de Braga, transitando para o de Mondim de Basto a 13 de Janeiro de 1898.

ATEI

Faz parte do Concelho de Mondim de Basto, e compreende os lugares de Bairro Novo, Bormela, Carvalhais, Carvalhos, Cilindro, Cividaia, Curções, Fontelas, Minhatosa, Nunelhe, Parada, Sobreira de Atei e Suidros, tendo por limites os concelhos de Ribeira de Pena, de Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto e as freguesias de Mondim de Basto e Vilar de Ferreiros. A nascente encontra-se cercada por uma serra que principia no Monte Farinha e termina sobre o Tâmega. O povoamento do território que corresponde à freguesia de Atei iniciou-se muito cedo, como atestam os diversos vestígios arqueológicos descobertos nesta área. Estes vestígios são essencialmente de ocupação romana, facto que leva a crer que Atei terá sido uma villa romana, cujo núcleo se situaria no lugar da Cividaia. Segundo documentos medievais, aqui nasceu, no ano de 924, a Santa Senhorinha de Basto.

ATEI

Situada nos limites do Concelho, Atei dista 9 quilómetros de Mondim de Basto. Esta freguesia encontra-se encravada entre terras de Ribeira de Pena e do distrito de Braga. No seu termo eleva-se o célebre Monte Farinha, que continua pelo Monte Palhaços. Nesta freguesia foram já encontrados abundantes vestígios arqueológicos da era romana. A abundância de documentos arqueológicos da romanização está possivelmente relacionada com a passagem por estes sítios do exército de Décio Júnio Bruto, que aqui acampou. Na Ateim ou Athey, os documentos medievais dizem-nos que nasceu no ano de 924 a Santa Senhorinha de Basto. Nos inícios da Nacionalidade são aqui assassinados e sepultados sete condes por um familiar de D. Afonso Henriques. Nos primeiros tempos da monarquia portuguesa, Atei era uma povoação importante, facto atestado pela sua igreja matriz, românica, e pela citação em bula papal de 1208 — Sua Nobis de Inocêncio III — por questões relacionadas com os direitos episcopais do arcebispo de Braga. No século XVI, D. Manuel I exila em S. Pedro de Atei as freiras revoltosas do convento de Santa Clara de Vila do Conde. Poucos anos depois, em 1514, o mesmo monarca concede a Atei um foral, elevando-a à categoria de sede de concelho. Este foral viria a ser revogado pelas reformas levadas a cabo no século XIX. A arquitectura de Atei é “reveladora de refinamento e delicada nobreza mesmo quando de pequena e modesta escala e de épocas distintas”, segundo escreve Júlio Gil em “ As Mais Belas Vilas E Aldeias De Portugal”. O “burgo antigo mantém muito do seu espírito de boa tradição arquitectónica em edifícios de notável desenho e execução — o arruinado solar da família Machado, hoje pertença da Junta de Freguesia, a Casa da Quinta (Quinta de D'ónega), com capela, amplo terreiro, porte senhoril, a Casa da Igreja, a dois passos da matriz, alongada, as duas fachadas longitudinais com colunatas de distintas e elegantes formas e proporções, e naturalmente a igreja paroquial de há muitos séculos envolvida num clima de tranquila beleza.” A igreja matriz é um monumento que merece ser visitado, sobretudo se quisermos apreciar um dos mais característicos resultados do românico tardio deixado à mera inspiração de artífices locais. Nas arcadas simples dos dois portais, sem colunas, vemos uma decoração à base de dentes de serra, de círculos concêntricos, de meandros, de ornatos em espinha, e umas figuras toscas que nos evidenciam bem as revivências dos temas e das técnicas indígenas. Aos atractivos da freguesia de Atei acima referidos podem ainda juntar-se a ponte romana sobre o Cabresto, no lugar de Bromela; a Casa da Junta, a antiga Câmara e cadeia de brasão e frente alpendrada cuja graciosidade é conseguida com rude granito ou a magnífica pedra de armas da Casa de Suídros. No dizer de Júlio Gil, “é difícil dizer-se quando será mais bonita esta terra de rios e ribeiras que riscam o vale ou se despenham dos montes — se com os verdes gritantes à límpida luz da Primavera, se com os múltiplos dourados outonais. Mas é fácil compreender-se a saudade de seus filhos espalhados desde séculos pelo mundo, sempre a querer regressar, a querer levantar casa nova ou restaurar a dos avós”. Actividades económicas: agricultura e pecuária, exploração de granito, carpintaria, construção civil, serralharia e pequeno comércio. Festas e Romarias: Nossa Senhora de Fátima (no 2.º fim-de-semana de Julho). Património: Igreja matriz, Capela das Almas, Cruzeiro, Solar de Vila Pouca, Ponte Romana, Quinta de Dónega e várias casas brasonadas. Outros Locais: Margem do rio Tâmega, Moinhos e paisagem natural. Gastronomia: A geral do concelho. Artesanato: Tecelagem (linho) e mantas de farrapos. Colectividades: Atei Futebol Clube. Orago: S. Pedro.

Ponte Cabresto em Atei (Click para informaçao)
Ponte Cabresto em Atei (Click para informaçao)

ATEI
Relembro os homens tristes que partiram, 
Com sonhos de encontrar vida melhor.
E só mais tarde, tristes, descobriram 
Que só Atei lhe dava um grande amor.

E dia-a-dia nesse amor pensaram,
Mas não puderam nunca lá voltar
E nessas terras tristes definharam 
Ao ver seu lindo sonho naufragar.

Agora, a vida dura ali os prende,
Os sonhos, já ninguém os compreende,
Nenhum voltou com as messes que colheu

E quando lhes aperta o coração,
Buscam no ar o odor dessa paixão
Gritando: Atei, Atei, aqui estou eu.

 

Luis Abisague/www.abisague.com

 

O  orgulho  lusitâno
O orgulho lusitâno

 

 

 

         Bandeira dum País
         Em pódio
         Em lugar cimeiro
         Dentro do meu peito!
         Bandeira de orgulho
         Nação
         Identidade
                                                   Amada na plenitude!
                                                   Bandeira de Portugal
                                                   Estandarte

                                                   Irmandade
                                                   Dum povo combatente!
                                                   Bandeira mais vermelha que verde
                                                   Porque é vida e é sangue

 

 

 

                                                                 


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